Cursos online ainda funcionam? As 3 teses de 2026, uma a uma
Toda semana alguém pergunta no direct se ainda vale criar curso, agora que todo mundo tem IA no celular. A resposta passa por três teses que circulam no mercado.
Ler artigo →O produto não pode ser você. Aqui a gente pensa o negócio de médio e longo prazo, não o próximo pico de vendas.
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Toda semana alguém pergunta no direct se ainda vale criar curso, agora que todo mundo tem IA no celular. A resposta passa por três teses que circulam no mercado.
Ler artigo →Todo slide de lançamento diz que o mercado movimenta bilhões. Aqui estão os números que têm fonte, de onde eles vêm e quais circulam sem dono.
Ler artigo →Quatro em cada dez criadores brasileiros ganham até mil reais por mês. E dois em cada três já aceitaram um kit de produto no lugar do cachê.
Ler artigo →Quase todo curso que não sai do papel começou do mesmo jeito: alguém abriu um documento e listou tudo o que sabia. A ordem certa é outra.
Ler artigo →Quando você cortou metade do índice para o curso caber, não jogou fora. Guardou. Aquilo ali é o segundo produto, e ele já está escrito.
Ler artigo →Os dois vendem conhecimento e param de se parecer no dia seguinte à venda. Um exige volume, o outro exige conversa. Quase ninguém aguenta os dois de uma vez.
Ler artigo →Low ticket virou nome de método antes de virar nome de categoria. Antes de comprar o de alguém, vale entender o que a palavra quer dizer.
Ler artigo →Produto de R$ 37, mil e duzentos compradores e uma pessoa respondendo DM até meia-noite. O low ticket sempre pediu uma entrega que não dependesse de gente. Agora ela ficou barata de construir.
Ler artigo →O aluno termina a aula de cinco minutos no almoço, entende tudo e fecha o celular. À noite, cansado, precisa aplicar sozinho com papel e caneta. É ali que o curso perde ele.
Ler artigo →Quem já pediu orçamento para um dev fazer uma calculadora simples para o curso sabe como o simples some na segunda mensagem. O Launchpad resolve isso. E cobra em outra moeda.
Ler artigo →Numa aba, o cronograma de uma formação de doze módulos. Na outra, um curso de sete aulas que resolve uma coisa só. As duas parecem sensatas, e só uma serve para agora.
Ler artigo →O microfone está na caixa, em cima do armário, faz quatro meses. O curso ainda não existe. Quase sempre o atraso começou numa decisão tomada antes da primeira aula.
Ler artigo →A pergunta de verdade não é se a Kiwify é boa. É se você vai se arrepender daqui a um ano. Isso depende de três coisas, e só uma delas é a plataforma.
Ler artigo →Nenhuma tabela de porcentagem sobrevive três meses. O que sobrevive é a conta: cinco números, o seu ticket e o seu mix de parcelamento.
Ler artigo →Você mandou um áudio de quatro minutos ensinando uma cliente ontem. De graça. Foi a terceira vez essa semana. O seu curso já existe, ele só não foi gravado.
Ler artigo →Você reservou três meses para criar o curso e não começou nenhum deles. A gravação nunca foi o problema: são trinta minutos de material.
Ler artigo →Você adiou o curso por seis meses esperando ter tempo de gravar. Nesse período, dava para ter vendido um ebook e descoberto o que o mercado quer.
Ler artigo →Todas cobram parecido e todas vendem bem. A diferença que decide o seu ano aparece depois da compra, e nenhuma tabela de preço mostra.
Ler artigo →Produto de R$ 47 com mil alunos não tem margem para plantão de suporte. A conta do low ticket se decide na entrega, não no criativo.
Ler artigo →Um monte de infoprodutor que era gigante sumiu. Não foi por falta de venda. Foi por causa de um ciclo que quase ninguém enxerga a tempo.
Ler artigo →O curso de 7 dias para você mesmo transformar o que já sabe em um Curso de Bolso: um produto que as pessoas conseguem comprar, consumir e usar.
Conhecer o Curso de Bolso →A plataforma recomendada para Cursos de Bolso. Organiza e entrega o seu conteúdo em formatos de consumo rápido, adaptados à rotina do seu aluno.
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