O mundo mudou 5 vezes. Você tá construindo pra qual era?
Seu infoproduto vende informação ou entrega resultado? A resposta define se ele vai sobreviver nos próximos anos. A Maioria dos infoprodutores não vai.


Eu preciso te fazer três perguntas. E se você não souber responder nenhuma delas ou se a resposta te deixar com aquele incômodo no estômago o que eu vou te contar aqui pode mudar a forma como você olha pro seu negócio pelos próximos anos.
Primeira. O que você acha que vai acontecer com a produção de conteúdo quando a inteligência artificial estiver tão boa que você não consiga mais distinguir se aquilo que você tá vendo foi feito por uma pessoa de verdade ou por uma máquina?
Segunda. O que vai acontecer com a venda de informação cursos, mentorias, formações quando essa mesma informação estiver tão acessível no ChatGPT, no Claude, no Gemini, que as pessoas simplesmente não queiram mais pagar pra ter acesso a ela?
Terceira. O que vai acontecer com os profissionais que prestam serviço quando as IAs fizerem esses mesmos serviços tão bem quanto eles e pela metade do preço?
Se você não tem resposta clara pra essas perguntas, talvez te falte o que tava faltando pra mim até pouco tempo atrás: clareza sobre pra onde o mundo tá indo e, mais importante, sobre onde você deveria estar posicionando o seu negócio agora.
Eu passei os últimos meses mergulhado em estudos sobre isso. Li, pesquisei, conversei com gente que tá vivendo essas mudanças na prática. E cheguei a algumas conclusões que gostaria de dividir com você aqui.
Não tô dizendo que sou dono da verdade. Posso estar errado. Mas as reflexões que eu vou te trazer talvez façam sentido o suficiente pra você parar e repensar algumas coisas.
Ninguém sabe o que vai existir daqui a 5 anos. E isso tá paralisando todo mundo.
A gente tá vivendo num mundo tão rápido, tão acelerado, que parece que ninguém tem certeza de nada mais.
Você olha pro futuro e fala: "Cara, eu não sei se as empresas que existem hoje vão existir amanhã. Eu não sei se a profissão que eu tô aprendendo agora vai fazer sentido daqui a pouco. Eu nem sei se vale a pena começar alguma coisa nova, porque vai que essa coisa não existe mais em dois anos."
Isso tá travando muita gente. Principalmente quem tá na faixa dos 25, 30, 35 anos e olha pro mundo sem conseguir enxergar o próximo passo com segurança.
Eu converso com infoprodutores, donos de negócios digitais, prestadores de serviço, e a fala é parecida: "Pô, Rafa, será que vale a pena investir nisso? Será que o que eu tô construindo vai continuar de pé? Será que eu não deveria estar fazendo outra coisa?"
E sabe o que é mais doido? Esse sentimento não é fraqueza. Ele faz total sentido quando você entende o que tá acontecendo por baixo dos panos.

As pessoas subestimam a velocidade com que as coisas mudam
Em 1956, a IBM lançou o primeiro disco rígido comercial. Ele armazenava 3.75 megabytes e pesava mais de uma tonelada.
Se alguém em 1970 olhasse pra aquele disco e tentasse adivinhar o quanto o armazenamento ia crescer nos próximos 50 anos, talvez chutasse que ia subir 10 mil vezes. Talvez 100 mil vezes, se fosse bem otimista. Já é muita coisa, né?
Mas o que aconteceu de verdade? De 1970 pra cá, o armazenamento cresceu mais de 30 milhões de vezes. Trinta. Milhões. Ninguém teria chutado tão alto.

E isso importa por um motivo simples: a gente sistematicamente subestima a velocidade das mudanças. A gente olha pro que existe hoje e imagina o futuro como uma versão um pouco melhor do presente. Mas as coisas não evoluem assim, elas evoluem em saltos que a gente não consegue prever.
Três anos atrás, o ChatGPT não existia. Hoje, a gente já fica em dúvida se o que tá vendo na internet é real ou se foi gerado por IA. Se em três anos a gente saiu de zero pra esse ponto, imagina onde a gente vai estar daqui a mais três.
As coisas evoluem rápido demais pra você ficar parado, esperando clareza cair do céu, perdido no meio do fogo cruzado sem saber pra onde ir.
Mas a boa notícia é que, quando a gente olha pra trás e entende o padrão das mudanças, dá pra ter uma boa noção de pra onde o mundo tá caminhando. E é isso que eu quero te mostrar agora.
A teoria que me deu clareza num mundo caótico
Tem um cara chamado Joseph Pine II. Professor, pesquisador, co-autor de um dos artigos mais influentes já publicados pela Harvard Business Review. Junto com James Gilmore, ele criou uma teoria que mudou a forma como eu enxergo negócios. Chama "Progressão de Valor Econômico".

A ideia é simples na essência, mas profunda nas consequências: o mundo passa por eras econômicas, e cada era define quem ganha dinheiro, quem perde relevância e quem fica pra trás.
Deixa eu te mostrar como funciona e por que isso tem tudo a ver com o que você tá construindo hoje.
Era 1: Commodities
Centenas de anos atrás, quem enriqueceu foi quem produzia matéria-prima. Quem extraía petróleo, garimpava ouro, cultivava grãos, minerava sal. A commodity era a base de tudo.
Conforme mais gente teve acesso a isso... mais países, mais empresas, mais competição, a commodity começou a perder valor. Porque quando todo mundo tem a mesma coisa, o preço cai. A competição vira uma guerra de quem entrega mais por menos. E isso é horrível pra quem tá competindo.
Era 2: Produtos
Aí veio quem olhou pra commodity e fez algo diferente com ela. Pegou o grão de café e transformou no pó embalado que você compra no supermercado. Pegou o petróleo e fez plástico. Pegou o ouro e fez aliança, relógio, componente eletrônico.
Quem soube transformar commodity em produto enriqueceu nessa era. Mas, de novo, conforme mais gente aprendeu a fazer a mesma coisa, os produtos foram se igualando e os preços foram caindo. E aí veio a próxima era.
Era 3: Serviços
Aqui a gente tá falando da geração dos nossos pais e avós. Eles aprendiam uma profissão — médico, engenheiro, advogado, pedreiro — e trabalhavam 30, 40 anos prestando o mesmo serviço. Tinham estabilidade. Tinham previsibilidade. Sabiam que aquela profissão ia existir até eles se aposentarem.
Hoje? Você olha pra uma profissão como gestor de tráfego, social media, copywriter — profissões que surgiram ontem — e você não tem a menor ideia se elas vão existir daqui a 5 anos. A mesma certeza que os nossos avós tinham, a gente simplesmente não tem mais.
E sabe o que tá acontecendo com os serviços? A mesma coisa que aconteceu com as commodities e os produtos: eles tão virando mercadoria. Você compara o serviço de uma pessoa com o de outra e começa a olhar por quem entrega mais e cobra menos. Mais gente fazendo a mesma coisa, mais concorrência, mais disputa por preço. O serviço tá se tornando commodity.
Era 4: Experiências
Essa é a era que a gente tá vivendo agora. Se você olhar pros negócios que estão crescendo de verdade, vai perceber que eles não estão vendendo só um produto ou um serviço. Eles estão vendendo uma experiência.
Pine e Gilmore usam um exemplo que eu acho genial pra explicar isso, o bolo de aniversário. Quando a gente vivia na era das commodities, a mãe comprava farinha, açúcar, ovos e manteiga e fazia o bolo em casa. Custava centavos. Na era dos produtos, ela comprava a mistura pronta da Betty Crocker por um ou dois reais. Na era dos serviços, ela encomendava o bolo na padaria por uns 50, 60 reais. E na era da experiência? Ela paga 500, mil reais pra uma empresa organizar a festa inteira e o bolo vem de graça.
Olha a progressão de preço. O mesmo "bolo" saiu de centavos pra centenas de reais. Porque o que mudou não foi o produto, foi a camada de valor em volta dele.
Quando você olha pro G4 Educação, pro Starbucks, pra uma pizzaria artesanal de fermentação lenta que cobra 3 vezes mais que a concorrência, o que eles tão fazendo é isso: pegando algo que já existe e entregando com uma experiência diferente. E as pessoas pagam mais por isso. Pagam com prazer.

Era 5: Transformação
E é aqui que o jogo muda de verdade.
Segundo Pine e Gilmore, existe uma quinta e última era na progressão de valor econômico. É pra onde a gente tá caminhando. E quem entender isso agora vai se posicionar anos na frente de todo mundo.
Na era da transformação, as pessoas não querem mais comprar o produto, o serviço ou nem mesmo a experiência. Elas querem comprar o resultado. A versão transformada de si mesmas. O "depois" sem precisar passar pelo processo.
Pensa assim: antes, a pessoa comprava informação pra emagrecer. Depois comprava o método. Depois comprava a mentoria, a comunidade, o acompanhamento. E no fim das contas, o que ela sempre quis foi o resultado. Ela nunca quis o método, ela queria emagrecer. Ela nunca quis o curso, ela queria o faturamento. Ela nunca quis o PDF de bônus — ela queria resolver o problema.
É por isso que o Ozempic explodiu do jeito que explodiu. As pessoas não estão comprando uma injeção. Elas estão comprando a transformação direta, sem processo, sem sofrimento, sem "método seca barriga em 90 dias".
Isso é a era da transformação. E ela já tá batendo na porta.
Tá, mas o que isso tem a ver com o seu negócio digital?
Tudo. Tem a ver com tudo.
Se a gente pega essa mesma progressão e olha pro mercado de infoprodutos e negócios digitais, o padrão se repete de uma forma quase assustadora.
2010 a 2016 — Era da informação escassa. A internet tava começando. Pra você encontrar informação, tinha que fuçar em fórum, caçar em blog, penar no Google. Quem tinha informação e sabia empacotar vendia caro. Foi aí que surgiram os primeiros grandes lançamentos, os primeiros cursos online, todo o movimento que deu origem ao mercado digital como a gente conhece.
2016 a 2024 — Era do método escasso. A informação já tava em todo lugar. Cursos, mentorias, formações — tinha de tudo. O que era escasso agora era a curadoria: alguém que pegasse toda aquela informação espalhada, organizasse numa sequência e entregasse um passo a passo claro. Aí surgiram os "métodos". O método fulano, o método ciclano, a fórmula X, o sistema Y. Todo mundo tinha um método. Inclusive eu — criei o Método LTV nessa época, de funis de vendas. E funcionou porque a demanda era por isso: curadoria organizada em método.
Mas essa era também já tá acabando. Hoje tem método pra tudo. Método da banana, método do abacate, método do não sei o quê. E quando tem método pra tudo, nenhum método é especial. Vira commodity.
2024 a agora — Era da experiência escassa. Agora o que as pessoas estão buscando é outra coisa. Elas querem comunidade, querem acompanhamento, querem presença, querem sentir que fazem parte de algo. O high ticket, a mentoria próxima, os eventos presenciais — tudo isso tá crescendo porque a experiência é o que falta. Informação e método todo mundo tem. Experiência diferenciada, não.
E o próximo passo — Era da transformação. É pra onde o mundo tá convergindo. As pessoas vão parar de querer comprar informação, método, ou até experiência. Elas vão querer comprar o resultado diretamente.
"Eu não quero aprender a fazer funil. Eu quero meu funil pronto."
"Eu não quero um curso de inteligência artificial. Eu quero uma IA que faça isso por mim na minha empresa."
"Eu não quero participar de uma mentoria de 12 semanas sobre copywriting. Eu quero as minhas copies prontas, escritas do jeito certo."

Percebe a mudança? O cliente sempre quis o resultado. Sempre. Só que antes não existia como vender o resultado diretamente, então ele comprava o veículo — o curso, o método, a mentoria — na esperança de chegar lá. Agora, com a tecnologia que a gente tem, com as IAs que estão surgindo, dá pra começar a vender a transformação em si.
As três coisas que vão importar de verdade daqui pra frente
Se eu fosse resumir o que eu aprendi estudando tudo isso, eu colocaria em três pontos:
1. Resultado acima de processo.
As pessoas não querem mais passar pelo processo. Elas querem o resultado. Quem conseguir entregar transformação real, não ensinar sobre transformação, não falar sobre transformação, mas efetivamente entregar o resultado, vai ter um negócio que cresce enquanto os outros discutem sobre a próxima tendência.
Isso não significa que o processo sumiu. Significa que o processo precisa ser invisível pro cliente. Ele precisa existir por baixo, mas o que o cliente compra é o "depois". É o antes e depois. É o ponto A virando ponto B.
2. Curadoria humana com ponto de vista.
Quando a inteligência artificial produz conteúdo em massa e ela já tá fazendo isso. tudo começa a parecer igual. O feed fica homogêneo. Os textos ficam parecidos. As recomendações ficam genéricas.
E é exatamente aí que a presença humana vira ouro. Não qualquer presença humana, presença humana com ponto de vista. Alguém que olha pra toda essa informação disponível e diz: "Olha, eu já passei por isso, eu já errei nisso, e na minha visão o caminho é esse aqui."
Curadoria feita por gente de verdade, com experiência de verdade, vai valer cada vez mais. Porque quando você não consegue mais distinguir o que é IA do que é humano, a pessoa de verdade se torna escassa. E o que é escasso, vale mais.
3. Comunidade e identidade.
Tem uma frase que eu li num livro que me parou: "Quanto mais a internet oferece diferentes pontos de vista, menos tolerantes as pessoas ficam com pontos de vista diferentes."
Parece contra-intuitivo, mas faz sentido. Com tanta informação, tanta opinião, tanto conteúdo, as pessoas estão buscando grupos que pensem como elas. Que tenham os mesmos valores, os mesmos objetivos, a mesma forma de ver o mundo.
Comunidade não é uma buzzword de marketing. É uma necessidade real das pessoas num mundo que tá cada vez mais fragmentado e confuso. Quem construir comunidades de verdade, não grupos de WhatsApp com 500 pessoas que ninguém interage, mas comunidades onde as pessoas se reconhecem e se ajudam, vai ter uma vantagem que nenhuma IA consegue replicar.

O erro que a maioria tá cometendo sem perceber
Agora, sinto muito te dizer, mas a maioria dos infoprodutores — e talvez você esteja nesse grupo — tá construindo negócio pensando na era errada.
Tá gravando mais aula, criando mais módulo, jogando mais PDF de bônus, pensando que o problema do aluno é falta de conteúdo. Mas seu aluno já tem conteúdo demais. O problema dele não é falta de informação. É falta de transformação.
A taxa média de conclusão de cursos online tá entre 12% e 15%. Isso quer dizer que de cada 100 pessoas que compram seu curso, menos de 15 terminam. E das que terminam, quantas de verdade aplicam? Quantas de verdade transformam o que aprenderam em resultado?

Quando o aluno não termina, a culpa não é dele. É do produto. É de um produto que foi desenhado pra ensinar, mas não pra transformar. Que foi pensado como aula, mas não como sistema de ativação.
Conteúdo sem estrutura vira peso. Método sem condução vira confusão. Liberdade demais pra fazer no seu ritmo vira paralisia. E o infoprodutor fica lá, culpando o desinteresse do aluno, quando na real o problema tá na forma como o produto foi construído.
Se a gente cria pensando no passado, a gente constrói coisas que já nasceram com prazo de validade
Essa frase resume tudo pra mim.
Se eu criar um produto hoje pensando na era da informação — mais aulas, mais conteúdo, mais PDFs, eu tô construindo algo que já tá defasado. A informação virou commodity. O ChatGPT entrega isso de graça.
Se eu criar um produto pensando na era do método — mais frameworks, mais passo a passo, mais fórmulas... eu tô um pouco menos atrasado, mas ainda tô competindo com milhares de outros métodos que fazem a mesma coisa.
Agora, se eu criar pensando na era da experiência e mirando na era da transformação, eu tô me antecipando a uma onda. E quem se antecipa a uma onda boa, surfa mais longe, tem uma experiência melhor e chega primeiro.
Quem se atrasa, toma um caldo.

Posso estar errado? Posso. O Pine pode estar errado. A teoria inteira pode estar errada. Não existe certeza no mundo, como eu disse. Mas se o mundo convergir pra esse caminho e olhando pra forma como as coisas estão se comportando, parece muito que sim... quem se antecipou vai estar posicionado. E quem não se antecipou vai estar correndo atrás.
Se acontecer e a gente estiver preparado, a gente ganha. Se não acontecer, a gente se antecipou e tá tudo bem, não perdeu nada. Agora, se acontecer e a gente não se preparou... aí sim a gente tem um problema.
A pergunta que eu gostaria que você fizesse a si mesmo agora
Olha pro seu negócio, pro seu produto, pro que você tá construindo hoje e se pergunta: "Eu tô vendendo informação, método, experiência ou transformação?"
Se a resposta for informação ou método, você tá competindo numa era que já passou. Não tô dizendo que não dá dinheiro... dá. Talvez dê dinheiro suficiente pra você por um bom tempo. Mas quando a gente olha pra onde as coisas estão indo, a janela tá se fechando.
Se a resposta for experiência, você tá no lugar certo pro momento atual. Mas precisa começar a pensar em como adicionar a camada de transformação no que você entrega. Porque essa era também vai ser comoditizada, é questão de tempo.
Se a resposta for transformação, ou se você tá pelo menos caminhando nessa direção, você tá se posicionando pra onde o mundo vai. E isso é uma vantagem competitiva que poucas pessoas têm agora.

O que a gente acredita e o que a gente tá construindo por causa disso
Tudo o que eu te falei até aqui não é só teoria. É a filosofia por trás de cada decisão que a gente toma na Infosaas.
A gente não acredita em mais conteúdo. A gente acredita em mais clareza.
O mundo não precisa de mais aulas gravadas, mais módulos, mais bônus, mais PDFs. Precisa de gente conseguindo sair do lugar depois de aprender. Esse é o ponto.
Quando eu olhei pra tudo isso, pra progressão de valor do Pine e Gilmore, pra forma como o mercado digital evoluiu, pra taxa de 12% de conclusão de cursos, ficou claro pra mim que o problema nunca foi falta de informação. Quem tá aqui já estudou, já comprou curso, já assistiu aula, já "aprendeu". E mesmo assim, muita coisa continuou travada. Porque o problema real não é aprender. É transformar aprendizado em ação que gera resultado.
E foi com essa inquietação que nasceu a Infosaas.
A gente não vende aulas. A gente constrói o que eu chamo de sistemas de ativação, produtos que puxam a pessoa em vez de empurrar, que provocam em vez de embalar, que direcionam em vez de abandonar. Produtos onde o papel da tecnologia é ajudar a pensar melhor, não virar muleta. Onde o papel do método é gerar movimento, não acumular conhecimento que fica parado.
Porque no final do dia, produto bom não depende de força de vontade do aluno. Se o aluno precisa de disciplina sobre-humana pra terminar o seu curso, o problema não é o aluno. É o produto.

A gente tá construindo tudo, cada produto, cada processo, cada decisão — mirando na era da transformação. Olhando pra frente, não pra trás. A nossa trilha pode ser um pouco mais lenta, mas certamente vai ser mais duradoura. Porque o trabalho que a Infosaas tem feito nunca dependeu de mentiras ou de fumaças.
Pra fechar: uma reflexão e um convite
A gente passou por cinco eras. Na era da commodity, pessoas enriqueceram. Na era do produto, pessoas enriqueceram. Na era do serviço, pessoas enriqueceram. Na era da experiência, pessoas estão enriquecendo agora. E a era da transformação já tá batendo na porta.
Cada era nova não elimina as anteriores, mas desloca o valor. Quem tá na era errada compete por preço. Quem tá na era certa compete por relevância.
A pergunta não é "será que isso vai acontecer?" Já tá acontecendo. A pergunta de verdade é: você vai se antecipar à onda ou vai esperar ela passar por cima de você?
Se isso fez sentido pra você, se você olhou pro seu negócio e sentiu que precisa repensar algumas coisas, a gente pode te ajudar com isso. Não com mais conteúdo.. com direção. Não com mais aulas. Com clareza sobre o próximo passo.
Se quiser e não ter preguiça de fazer o certo, dá pra começar hoje mesmo.

Este artigo foi baseado nos conceitos da Progressão de Valor Econômico de Joseph Pine II e James H. Gilmore, originalmente publicados na Harvard Business Review em 1998 e expandidos no livro "The Experience Economy" (1999, atualizado em 2011 e 2020). Pine está atualmente escrevendo "The Transformation Economy", aprofundando a quinta era da progressão de valor.
Sobre a Infosaas®
A Infosaas constrói produtos digitais interativos que transformam aprendizado em ação. Se o seu infoproduto ensina mas não transforma, a gente pode te mostrar como mudar isso.
Escrito por

Rafael Almeida
CMO Infosaas
Eu sou Rafa, criador do conceito de Infosaas no Brasil em 2017 e responsável por mostrar ao mercado como unir infoprodutos com tecnologia para criar negócios digitais realmente escaláveis. Minha missão é clara: ajudar infoprodutores a aumentar o engajamento, retenção e resultados dos alunos, diminuir taxas de reembolso e abandono, e construir operações digitais organizadas, enxutas e altamente lucrativas.